10 de dez de 2012

Amizade e a colostomia/Friendship and the colostomy

Ser o meu melhor amigo e/ou minha melhor amiga significa escutar histórias  sobre o movimento da minha barriga. Você tem certeza que você aguenta isto?

7 Comente aqui:

Flavio Valente disse...

Toda história de tua história faz parte da minha vida e de minha história. Te amo muito mulher e companheira de vida...Flavio

Elaine Pasquim disse...

HAHAHAHAHAHA!! Rô, pode contar comigo pra todas suas histórias, assim como sei q também posso contar com vc para as minhas! Bjkas

Inaie disse...

adorei!! e tenho mesmo um amigo que vive me contando se o coco dele estava bom, se estava ruim, se ele FOI ou NAO foi ao bendito banheiro... e eu ali pensando: essa criatura nao teve mae?

Gracy disse...

Querida amiga, todas as suas histórias me interessam. Bjks

Carla disse...

E "como" interessam!!! Continue compartilhando tuas " borboletas na barriga" Schmetterlinge im Bauch (como dizem os alemaes)SEMPRE!!! Beijocas

Marianna disse...

Querida Roseane,

Ha algum tempo acompanho o seu Blog e toda essa sua historia delicadíssima...
De tudo o que tenho lido, das msgs que vc compartilha, posso dizer que sua fe e pulsao de vida te mantém viva, acesa e atenta, focada em tudo aquilo que te faz bem e que realmente importam para ser feliz e estar completa...
Apesar de um momento tao difícil, o qual vc tem uma torcida enorme, inclusive a minha, para a sua breve melhora, da para ver e sentir a felicidade que existe nesse coração quente, mesmo com tanta neve por ai e por aqui tmb, rs...
Mulher guerreira e corajosa, que historia de vida e de superação :-)

Um beijo do Allgau para vc,
Marianna

Rosângela da Luz Matos disse...

Ró querida,
A colostomia está rendendo neste blog!

Mulher, o povo gosta é de de falar de coisas intestinas.

Desde que estamos na terrinha, o que é intestino é sinônimo de HOMEM e mulheres, é claro!

Nietzsche sofreu dores terríveis no corpo de seu espírito lúcido por que lhe era exigido viver segundo a bondosa moral dos ingleses (ser infeliz, enfim) e com a arrogância da metafísica alemã, analítica e pura...sem corpo, sem pruridos, sensações, aís, uis e barulhos intestinos.
O que ele fez? Introduziu ruminadores, macacos, mulheres e outros bichos a fazer barulho na super filosofia dos homens modernos.

Ganhou companhia de Fernando Pessoa, mas já bem depois.
"Oh, máquinas, oh engrenagens ...hela ô, hela ô, ...."

Então, mulher. Sossegue. Coisas intestinas são para nós. Está tudo em casa.

beijocas,
Rô do Chuí