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17 de jun. de 2014

Hoje tem Brasil na copa, hoje tem feijão aqui!

Em homenagem a Angela Merkel que foi de blazer vermelho, no estilo PT saudações, ontem no jogo Alemanha e Portugal em Salvador, estou fazendo feijão vermelho.

Eu já falei aqui que meu coração é dividido entre Alemanha e Portugal.
No jogo de ontem eu escrevi: quem ganhar me fará alegre, quem perder me fará triste.

Eu não assistir os 90 minutos de jogo. Dizem que a Alemanha jogou muito bem.
Eu gostei que a Alemanha ganhou.
Eu não gostei que Portugal perdeu, principalmente de 4x0.

Tem gente que torcia contra Portugal porque não gosta do Cristiano Ronaldo.
Tem gente que torcia a favor de Portugal porque gosta do Cristiano Ronaldo.
Confesso que até a copa da Africa do Sul eu não gostava do CR7, mas ao longo dos últimos anos passei a admira-lo.
Mas nesta partida, era Alemanha x Portugal, e não Alemanha x Cristiano Ronaldo.

Enfim, bola pra frente Portugal!
Tem copa, tem Brasil, tem feijão aqui!

6 de mai. de 2014

Rótulo de bebidas alcoólicas

Primeira vez que vi um desenho de mulher grávida no rótulo de uma bebida alcoólica, especificamente vinho, informando que as grávidas não deveriam tomar o vinho.
Achei bacana, e agora vou prestar mais atenção nos rótulos das bebidas alcoólicas.
Você já tinha visto isso?

2 de nov. de 2013

Por aí e lembrando de gente querida

Os Biscoitos de Viana da Confeitaria Natário, em Viana do Castelo, Portugal.

Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Portugal.

Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

 Departamento de Física da Universidade de Coimbra.

Loja em Santiago de Compostela Espanha

A foto não ficou boa, mas é da Faculdade de Xeografia (geografia) e História, em Santiago de Compostela.

Propaganda de uma padaria em Santiago de Compostela.

3 de out. de 2013

Marianne Weber, uma mulher importante na Alemanha

Há 3 anos, visitei o Museu da Universidade de Heidelberg e ao ver a foto do famoso filósofo com os braços em volta da mulher, me apaixonei. Depois veio a curiosidade sobre essa mulher, que pousava ao lado do marido. A foto abaixo tem um reflexo do flash, pois é da minha máquina no dia que estive no museu. Mas esta mesma foto está disponível na internet. Sabe quem são? Max Weber e Marianne Weber.

Penso que  todo mundo sabe quem foi Max Weber, mas Marianne Weber não. Então decidi aprender um pouquinho e escrever sobre esta mulher.

Marianne Weber nasceu em 1870 em Oerlinghausen, Alemanha. Ela estudou ¨etiqueta e cultura¨. Aos 23 anos casou com seu primo Max Weber, e foram morar em Berlim, onde ele era professor na universidade. Depois mudaram para Heidelberg, e ela começou a estudar sociologia e a publicar artigos de forma independente. 
Marianne foi uma das fundadoras de um grupo de mulheres em Heidelberg,  na maioria donas de casa. Ela influenciou o marido a aceitar estudantes mulheres na universidade.
Após 1898, Max começou a ter depressão, e passou a viver em reclusão, já Marianne, continuou a participar da vida política. Neste período, Marianne publicou o seu 1º livro, que era sobre socialismo na perspectiva da teoria de Weber.

Em 1904, Max retornou à ativa, e o casal viajou para os Estados Unidos, onde Marianne conheceu Jane Addams e Florence Kelley, duas femininas americanas da época. Em 1907, ela publicou o livro: Casamento, Maternidade e a lei (tradução ao pé da letra do livro em inglês). Neste mesmo ano, Marianne recebeu uma herança do avô e fundou seu 1º ¨salão¨ de discussão intelectual, e se engajou na luta pelos direitos das mulheres. Publicou vários livros sobre casamento, divórcio, e trabalho doméstico feminino.

Em 1919, Marianne entrou na política e foi a 1ª mulher eleita no parlamento de Baden.

Em 1920, o casal adotou 4 crianças da irmã de Max que havia falecido. Neste mesmo ano, Max também faleceu subitamente de pneumonia.
Após a morte do marido, Marianne, se dedicou à publicação dos escritos de Max, o que lhe rendeu o título de doutora honorária da Universidade de Heidelberg.

No período nazista, o trabalho de Marianne à causa feminista reduziu muito, pois Marianne criticava o nazismo, nas entre linhas, e fazia reuniões em sua casa em vez do salão público. Marianne temia pelo regime nazista. Mesmo assim ainda publicou 2 livros.

Marianne morreu em 1954, em Heidelberg.

Marianne Weber foi uma mulher a frente do seu tempo, que com certeza influenciou Max Weber em seus achados, mas sem a mesma notoriedade do marido.

Eu li tudo isso aqui e aqui.

24 de ago. de 2013

Pavulagem é receber uma carta entre amigas

Não é porque ela me citou, mas esta moça escreve bem. Não crês? Então visite o blog Vida Vegetal ou Palavras de Papel
Foi de lá que eu copiei e colei o texto abaixo:


Carta entre amigas - Django, Tonto e Sombrinhas voando nas ruelas de Coimbra

Aqui,
o filme está em cartaz com o nome
Cavaleiro Solitário.
Eu gostei muito.

O Cavaleiro e Django
entrelaçam dois temas.
A origem da riqueza das nações
E o que lastreia o acontecimento cultural
chamado civilização.

Django e Tonto investem no impossível,
talvez para destituir a ingenuidade como
fundamento das narrativas históricas.
Uma receita nietzscheana:
Falar da vida e do humano sem pudor.

Em torno disto as emoções humanas.
As volições dos sentidos.
Em Cavaleiro Solitário são mais rizíveis.
Em Django, mais cruéis.
Em ambos, inacreditáveis.

Mas há o amor. Há Brunilde de várias formas.
A Lei, a Coragem, a Dignidade e a Ironia.

A LEI
Um herói acontecimento (de chapéu branco).
Fraco e medroso faz escolhas erradas o tempo todo,
mas seu cavalo branco é tudo de bom.  

A CORAGEM
Indígenas lutando contra um grande massacre
e bons em diagnóstico psicológico - Tonto trocou uma
mina de prata por um relógio de prata! Dia infeliz. Vida infeliz.

A DIGNIDADE
O amor de uma mulher disputado por três homens:
o Contra-Lei,  o Com a Lei e o da Vida - apenas um homem. Nada Mais.
Adivinhem quem levou a melhor?

A IRONIA
Tonto, um indígena com uma psiquê moderna
bem antes de Freud.
Culpa, chiste, sublimação
E persistência. Muita persistência.
Pense num homem moderno tenaz.
Chaplin. Tonto foi inspirado em Chaplin.
Ele não desiste nunca.

Gostei das imagens das Sombrinhas voando
no céu azul de ruelas entre casarios portugueses.
Estas não estão em Django ou Tonto,
estão em Pavulagem da Ro (nutriane.blogspot.com.br)
Visite. Você vai gostar.


O Cavaleiro Solitário de Gore Verbinski (2013) e Django Livre de Quentin Tarantino (2012).

27 de jul. de 2013

Onde está o Amarildo?

Está todo mundo perguntando. Eu também quero saber.
Heidelberg quer saber.
Até Friedrich e Elisabeth querem saber.




Por falar em Friedrich e Elisabeth, este ano Heidelberg comemorar 400 anos  em que o Rei alemão Friedrich V casou com a princesa inglesa Elisabeth Stuart.

Mas no Brasil todo mundo quer saber mesmo é onde está Amarildo.

A título de informação, Amarildo, pedreiro da Rocinha (favela do Rio de Janeiro), está desaparecido desde 14 de julho, quando foi visto pela última vez entrando na unidade da polícia militar da referida favela.

E agora, você também quer saber  onde está o Amarildo?

30 de mai. de 2013

Sincronicidade ou coincidência?

Sincronicidade é um conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal e sim por relação de significado. Desta forma, é necessário que consideremos os eventos sincronísticos não relacionado com o princípio da causalidade, mas por terem um significado igual ou semelhante. A sincronicidade é também referida por Jung de "coincidência significativa".

Coincidência é o termo utilizado para se referir a eventos com alguma semelhança mas sem relação de causa e consequência. Quando muitos eventos ocorrem simultaneamente é esperado que ocorram muitas coincidências também. Pode ser apenas resultado de uma sincronicidade.
Fonte dos dois conceitos: Wikipédia

Então vamos lá...para explicar meu caso de sincronicidade ou apenas uma coincidência!

Eu estava trabalhando no computador, lendo uns artigos e tentando resumir. Já estava bastante cansada. Olhei para a janela e vi que tinha sol, pensei: horar de parar tudo e fazer uma caminhada na vizinhança.
40 minutos depois, já de volta para casa,  há duas quadras para chegar em casa, eis que surge na minha frente um casal, pareciam bem apaixonados.

Eu só via as costas dos dois. Eles caminhavam aguarradinhos, se beijando, se abraçando, no maior chamego...

Eu comecei a achar a moça parecida com uma pessoa que conheço. Ela tinha o mesmo cabelo, só parecia ser um pouco mais baixa, mas também estava de tênis.
Eu já estava me aproximando deles, porque o casal andava devagar. No meio do chamego todo, eles ali quase na minha frente, começaram a se beijar pra valer, mas a moça abriu os olhos e me viu. Pararam de se beijar e seguiram andando.

Eu cada vez mais perto, e já quase certa de que a moça era conhecida e estava traindo o marido, sim ela é casada.
Só que eles viraram depressa à direita e entraram no jardim de um prédio, desaparecendo da minha vista.

E eu fiquei a ver navios, e com aquela dúvida cruel, afinal era ou não era a conhecida traindo o marido?
Teria ela tentado se esconder entrando no jardim do prédio?
Teria ela a coragem de trair o marido tão perto onde eles moram?
O casal mora bem pertinho, quase até na mesma rua, onde moramos.

Logo pensei: só pode ser ela! Se não fosse, não teria apressado o passo e entrado no jardim. Então, segui andando para casa.
Quando estava quase chegando em casa, que por sinal fica em frente a parada de bonde, advinha quem desceu de dentro do bonde?
A conhecida que eu pensava que estava traindo o marido. 
Ou seja, não era ela, a moça que estava ao beijos com um rapaz como eu estava pensando.

Eu achei essa coincidência demais!!! Ou foi sincronicidade?
O que você acha, será que foi uma simples coincidência, ou a sincronicidade do Jung?


25 de mai. de 2013

Quando uma Tailandesa encontra um Nigeriano...

Eu sou testemunha do amor entre eles.
Estive presente desde o começo. Isso aconteceu quando estávamos confinados em um workshop sobre como lidar com as diferentes culturas morando na Alemanha.
Era inverno...No final do evento, lembro dos dois fazendo bola de neve e jogando contra eles.

Em abril, eles casaram, e eu fui testemunha da celebração do amor entre eles. Por isso fui convidada a fazer o bolo e o discurso, isso vocês já estão careca de saber, pois já falei aqui.
O discurso estava no papel, as mãos tremiam, mas depois que acabei, eu fiquei na maior pavulagem, pois até a hora em que fiquei na festa, fui a única a falar.

A cerimônia católica foi linda e emocionante. Durou quase 2 horas. Haviam dois padres, um alemão e um Nigeriano, amigo do noivo.
O Padre Nigeriano estava emocionado por celebrar o casamento do amigo.

A cerimônia começou com a entrada de coroinhas (moças e rapazes) carregando incenso e velas. Depois vieram os padres, as crianças, e o casal.
Achei super legal o casal entrar juntos. Os pais de cada um, já estavam dentro da igreja, assim como nós convidados, esperando pela cerimônia.

 Ela estava linda!

Uma das coisas mais linda e emocionante da cerimônia, foi quando o noivo cantou para a noiva, e depois a noiva cantou para o noivo. Nossa foi lindo demais!!
Nessa hora, eu olhei para direita e minha amiga brasileira, estava aos prantos, aí fui comentar com o Flavio, que estava à minha direita, e ele chorava aos cântaros...olhei para trás e o povo todo estava chorando. Já eu?! Ria...eu sou assim quando estou nervosa. Mas na verdade, eu também  ria de felicidade.

Quando a cerimônia religiosa acabou, foi a hora das fotos. Abaixo a foto do nosso grupo de doutorandas(os) com a representante do Centro de Segurança Alimentar. Flavio estava junto, assim como a esposa de um colega, porque somos como uma família.
Meu vestido estava até combinando com as pétalas de rosas no chão, não estava?

Depois veio a festa, que foi um arraso e muito divertida.
O casal trocou de roupa e cada um vestiu o traje tradicional de cada país.
A comida tailandesa e nigeriana estava um espetáculo de maravilhosa. Eu bem que tentei experimentar um pouco de tudo, mas não consegui, porque havia muita comida.
Infelizmente não fiz fotos :(

Muita gente fez homenagem ao casal. Teve gente que tocou, cantou...mas só eu falei, eh eh eh
Teve brincadeiras com o casal também.
No final, todo mundo caiu na dança.
Foi um casamento lindo, assim como o amor entre eles!

6 de abr. de 2013

Um bolo, um discurso, duas roupas e um casamento

Tenho um casamento para ir neste mês.
 Um casamento que vai unir pessoas de culturas bem diferentes, ela é da Tailândia, ele da Nigéria. Veja só como o amor é lindo e multi cultural.

Agora imagine só... fui convidada para fazer o bolo de casamento.

O bolo que o casal vai cortar, o bolo do registro da foto, o bolo que ficará para sempre.

E como só isso não bastasse, farei o discurso também.
Acho que estou pior que a noiva, a beira de um ataque de nervos.

Eu até que confio em fazer a massa do bolo, o meu problema está na cobertura. Não tenho habilidade para decoração. Mas estou tentando, experimentando...
Já fiz três bolos com coberturas diferentes:

Bolo de chocolate com de glacê de clara de ovo e açúcar, não fiz foto.
Bolo simples com glacê endurecido no forno. Também não tem foto.
Bolo de chocolate com cobertura de marsmellow. Que é o da foto aí ao lado.

Até agora a única coisa certa que o glacê endurecido no forno não será escolhido, pois não deu certo.

Sobre o discurso, já comecei uns rabiscos...
Agora a roupa???...também ainda não decidi.

Como eu não sou a noiva, não vou esconder a roupa,  e como estou em dúvida e preciso da sua opinião, vou mostrar minhas opções.
Informações importantes que influenciam na escolha:
A cerimônia oficial começará às 16hs, após haverá um brinde com champanhe e depois haverá uma festa em um salão.
No salão, farei o discurso e logo após será cortado o bolo.
Eu vejo a ocasião como uma oportunidade para usar minhas roupas especiais, como o vestido do meu casamento e uma roupa tradicional de Burquina Faso.
Mas tudo depende do tempo, se estiver frio, e se o meu vestido de casamento ainda couber no meu corpitcho.
Veja as fotos e me deixe sua opinião

29 de jan. de 2013

A Senhorinha

No trem, havia uma Senhora sentada ao lado do corredor, quase a minha frente. Eu, como sempre, viajava na janela, na espreita da paisagem, que (des)aparecia na mesma velocidade do trem.
A Senhorinha me chamou atenção, na verdade acho que primeiro foi o casaco. Era bonito, vermelho vinho e preto.

Sentada a minha frente, uma Senhora lia jornal.
Abri meu livro, precisava ler alguma coisa também. Mas logo tive que parar a leitura, pois a cobradora pedia minha passagem.
Aí, meu olhos pararam na Senhorinha de casaco vermelho e preto mais uma vez. Passei a observa-la discretamente.

A Senhorinha era muito elegante, cabelos brancos bem penteados, não sei se no efeito da escova ou de bobes.
Uma maquiagem suave e sem preocupação em esconder as linhas do tempo, da vida.
No pescoço, um lenço bege perolado, talvez para se proteger de alguma friagem, ou apenas para dá um toque especial.
Na mão da Senhorinha, um celular. Um celular pequeno, mas era um celular.
Pronto, as letras do meu livro já não eram mais importantes.
Meu olhos e pensamentos estavam naquela Senhorinha, elegante e moderna, que escrevia e lia mensagens no celular.

Na mão direita uma bracelete bem trabalhado que entrelaçava duas cores, mas o brilho dourado ofuscava o branco-prateado, acho que era ouro.
Ela me olhou de repente, fiquei sem graça. Baixei a cabeça humilde e meu olhos voltaram para o livro esquecido nas minhas mãos.

O trem parou no meio do caminho. O condutor disse que havia problemas, e que não íamos chegar na hora planejada, precisávamos esperar mais um pouco.
Meus olhos que estavam no livro, foram para a paisagem da janela e, voltaram para a Senhorinha . Dessa a vez a culpa foi dela.
A Senhorinha abriu a bolsa, e em tom baixo, mas que meu ouvido captou, ela disse para a pessoa do outro lado da linha:
- Comece seu café da manhã, o trem atrasou e não chegarei a tempo.
Ela guardou o celular em uma bolsa pequena preta. Notei que era quadrada, de alças, da moda.

Antes mesmo do trem chegar no destino final, ela já estava de pé, inquieta. O trem parou e ela com sua malinha pequena e uma sombrinha foi andando em direção a porta de saída.
Quando desci do trem, fui caminhando pela estação, olhando para um lado, para outro, confesso, procurava pela Senhorinha, mas ela já havia desaparecido no meio da multidão.

Ah, aquela elegante Senhorinha de casaco vermelho e preto ficou no meu pensamento....
Para quem teria telefonado?
Para onde ia?
Iria encontrar um novo ou antigo amor?
Será que um dia eu  serei, uma Senhorinha elegante, moderna e viajadeira?

30 de out. de 2012

Isso é tão Itália e eu adoro!

Eu já vi em filmes, já tinha visto em Roma, e confirmei em Veneza, Murano e Lido, as roupas penduradas ao alto.
Eu acho legal, as que dão um charme especial nos casarões, prédios, nos canais, etc.

No verão, quando lavo os tapetes, eu penduro na sacada, já percebi que sou a única que faço isso aqui nas redondezas, até comento com o marido: hoje a italiana baixou aqui. A/Os alemães devem pirar comigo,  eh eh eh!
Mas são só os tapetes, e é no verão, seca rápido.

12 de ago. de 2012

O tédio e a observadora

Estou no 6º dia pós quimo. Pense em uma pessoa entediada...
É que eu não posso dá moleza e ficar batendo perna por aí e depois pegar uma infecção, então eu tenho que me resguardar um pouco, pelo menos até o 10º dia.
Os passeios, só ao ar livre e perto de casa. 
Ontem, eu já não aguentava mais fazer apenas isso, e eu e o maridón fomos em um Café.
O Café que me refiro não é aquele pretinho básico de beber, mas uma espécie de lanchonete com mesas na calçada. No verão sempre fica cheio.

Chegando lá, enquanto o maridón conferia o jogo Brasil e México no celular, passei a observar as pessoas no Café:


Uma senhora tomando chá e lendo um livro.
O casal tomando café com o olhar perdido em ¨além do horizonte deve ter...¨
O homem tomando uma cerveja e falando ao celular. Pela expressão, devia ser um assunto muito sério.
O rapaz com óculos espelhados, braço cheio de pulseiras, falando ao celular e com aquele sorriso latino cheio de charme e simpatia para o mundo em sua volta.
A moça tomando um suco e checando mensagens no celular. Estaria a espera de uma mensagem amorosa?
A mãe coçando a gengiva do bebê com o dedo indicador por horas. Logo pensei, será que este dedo está limpo?
A moça de vestido, que sem nenhum pudor, mostrava a calçola porque ninguém não tem nada haver com o modo dela sentar.
Duas moças tomando um café e olhando alguma coisa no laptop, talvez fazendo um trabalho...
A moça coçando o pé do rapaz com a colher que ela tomava o latte macchiato. Vixe!

Não existe tédio quando se há muita gente para observar, seja na vida virtual ou na real.

Tem gente que prefere observar o facebook bem discretamente, eu confesso que gosto mais de observar a vida real, e nas redes sociais interajo mais, não apenas observo, como comento, curto, sigo, compartilho, e etc.

Bom domingo cheio de curiosidades e não de tédio!

20 de abr. de 2012

Câncer de ovário - vídeo informativo

Encontrei esse vídeo por acaso e fiquei sabendo do caso da Juliana. Ela teve o mesmo câncer que eu tenho, de ovário.
O vídeo é bem informativo, acho que vale à pena ver, porém todos os sintomas que o apresentador fala que as pessoas com câncer de ovário têm, eu NÃO tive.
Por isso, acho que o mais importante de tudo é ir ao médico regularmente, e, solicitar todos os exames.
Reitero, que eu também ia e vou à ginecologista regularmente, mas mesmo assim...o câncer, esseu inimigo cruel, invadiu meu corpo silenciosamente.

Cada pessoa é única, e tem diferentes reações. Por exemplo, minha reação quanto a queda de cabelo também foi diferente da Juliana, ainda quero falar sobre isso, mas em outro post.



Gente, estou desesperada procurando um lenço igual da Juliana. Ela é de São Paulo, se alguém souber onde posso encontrar esse tipo de lenço por favor me avise.

Obrigada e bom final de semana!

19 de abr. de 2012

A 1ª eleitora no Brasil e as presidentas

Em tempos de mulher no comando, seja do Governo Brasileiro, seja no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, vale a pena resgatar na história da eleição brasileira, quem foi a 1ª mulher a votar no Brasil. E para minha agradável surpresa, ela tinha o mesmo sobrenome que o meu, VIANA.

A primeira mulher a votar no Brasil foi Celina Guimarães Viana, professora em Mossoró.
Consta nos documentos oficiais de despacho eleitoral, segundo Wikipédia:
¨Tendo a requerente satisfeito as exigências da lei para ser eleitora, mando que inclua-se nas listas de eleitores. Mossoró, 25 de novembro de 1927¨.
No discurso da eleitora, é possível ver que ela nem se reconhecia como portadora de direitos, pois tudo foi articulado pelo marido:
Eu não fiz nada! Tudo foi obra de meu marido, que empolgou-se na campanha de participação da mulher na política brasileira e, para ser coerente, começou com a dele, levando meu nome de roldão.
E assim Celina Guimarães Viana entrou para a história.

Dilma Roussef, a primeira presidenta eleita do Brasil, também foi indicação de um homem, mas eleita pelo povo.

Maria Emilia Pacheco, a primeira presidenta do CONSEA, pelo que sei, foi indicação de um fórum composto por homens e mulheres.

E assim caminha a humanidade...

Como eu já li por aí: Lugar de mulher é na presidência!

24 de mar. de 2012

Celebridades com cabelos curtinhos

Adriana Horta





Suzi Rêgo


Será que cabelos curtinhos está na moda?
Eu tô curtindo muito o meu curtinho, e cresce rápido viu?