27 de fev de 2015

Um almoço especial com as amigas

Macaxeira cozida
Pirão
Arroz
Moqueca de camarão
Guaraná e champanhe alemã 

E muitas risadas... Um encontro maravilhoso para celebrar a vida! 

Porque a vida é bela! 

25 de fev de 2015

Como prevenir o câncer de ovário?

Isso é muito difícil, infelizmente.

Mas algumas coisas podem ajudar muito:

1- Ir na(o) ginecologista anualmente e 
2- Fazer os exames de rotina, como papanicolau por exemplo.

Peça a sua/seu ginecologista para fazer também:

1- Uma ultrassom intravaginal
2- O exame de sangue CA125

Se o plano de saúde ou o SUS não cobrir esses exames, use suas economias, peça dinheiro emprestado, mas não se poupe de fazer esses exames.

Prevenção nunca é demais.


21 de fev de 2015

Sorteio de 1 kit chocolate de páscoa

Decidi fazer uma brincadeira aqui no blog.

Inicialmente era só entre a a família e amigas de Macapá, mas resolvi ampliar para todas e todos comentaristas que passam por aqui.

No dia 01/03/2015, vou sortear um comentário feito em qualquer post publicado neste mês de fevereiro. A pessoa agraciada receberá um kit de chocolate de páscoa.

Já comecei a montar o kit... Acho que vai fical legal.

17 de fev de 2015

Há 3 anos sobrevivendo ao câncer de ovário

Há três anos, eu acordei após uma cirurgia que durou mais de cinco horas,  e fui diagnosticada com
câncer de ovário.

Eu quase não acreditei, mas era a minha nova realidade.
Tive que aceitar e readequar a uma nova vida. Eu também tinha uma colostomia para enfrentar.

Eu tinha muitos planos para o primeiro semestre de 2012.
Eu estava com passagem comprada para o Brasil na semana seguinte a cirurgia.

Lá, eu ficaria por três para concluir a segunda etapa da minha pesquisa de campo.
Eu passaria o aniversário de 70 anos da minha mãe, tínhamos planejado uma grande festa para ela.
Eu estava organizando um workshop em um congresso internacional de nutrição.
E também apresentaria no mesmo congresso alguns resultados preliminares da minha pesquisa do doutorado.

Tudo isso teve que ser extirpado junto com o câncer naquele ano.
Doeu muito, mas não tinha outra coisa a fazer, e hoje eu vejo como uma oportunidade para a vida, para uma reflexão sobre tudo isso e como a saúde e o instante da vida são frágeis.

Ainda continuo na luta contra esse mal nefasto e silencioso que foi se apoderando do meu corpo...
Mas estou viva, sobrevivendo...

Vivo a cada instante, tento se plena em cada minuto, choro, rio... e assim sou eu, assim vou eu levando a vida.

Todas as figuras que eu uso quando escrevo sobre minha luta contra o câncer de ovário são da obra de Henry Matisse, elas me representam muito.

Aqui neste link, eu já escrevi sobre o câncer de ovário, como foi descoberto.
E aqui neste link, eu escrevi sobre a minha colostomia.

16 de fev de 2015

Carnaval no Hospital da Criança e do Adolescente em Macapá

Mais uma vez relembrando bons momentos de trabalho no Hospital em Macapá.

Era carnaval, talvez 1996 ou 1997, enfeitamos os corredores do hospital com serpentinas e balões, colocamos músicas de carnaval, teve até palhaço.

Não só pacientes se divertiram, como as mães, os pais, funcionárias e euzinha, claro.

14 de fev de 2015

Entre tapas e beijos

É carnaval.
Aqui, em Heidelberg, não tem clima de carnaval.
E tampouco, estou neste clima.

Mas como eu acredito que quem faz o clima, somos nós... ontem, sexta-feira, fiz uma surpresinha para o marido para celebrarmos o carnaval, a sexta-feira e o Valentine Tag (dia dos namorados hoje).

Preparei uns tapas, o petisco espanhol. Não estava me referindo a violência física.

O menu foi composto por:

Maionese de batata doce com grão de bico e lascas de bacalhau.
Salada de folhas coloridas com tomate.
Torta folhada de espinafre e queijo.
Pão preto com sementes 
Queijo brie e gruyère.
Vinho tinto francês
Torta Sueca.




E voilá, estava uma delícia!

11 de fev de 2015

Uma poesia do marido

Ro, Rose, Ane

Gracias a la vida, 
que me ha dado tanto,
Teu sorriso, teu encanto,
Energia luminosa, 
Que dos teus olhos emana,
Amo, amo, amo.

Carregar-te no meu colo
Aconchegar-me nos teus seios
Sentir o carinho de tua paz
            A doçura de tuas certezas
                As cores de tua beleza,
                   A magia de tuas sacadas
Amo, amo, amo.

É a vida vivida, sentida
É o caminho, juntos percorrido
É o cálice, é o cio
É o amor de uma, duas , três vidas
Eterno em cada momento
Contigo

Heidelberg, 10 fevereiro de 2015

Flavio Valente

9 de fev de 2015

Viver e não ter a vergonha de ser feliz

Essa música está o tempo todo na minha cabeça... Canta comigo?
No gogó...
O que é, o que é? 
Gonzaguinha

Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
 É a vida, é bonita
E é bonita

Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita

E a vida
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida de um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!
E a vida
Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é? Meu irmão

Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo
Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor

Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé

Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser
Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte

E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita

7 de fev de 2015

Brigadeiro atapiocado é remédio?

Dizem que para todo mal há um remédio. E o que não tem remédio, remediado está.
Pois eu digo que o que não tem remédio, brigadeiro atapiocado é!

Uma delícia para todo mal.

4 de fev de 2015

Decida ter um dia feliz e contagie as pessoas


Cheguei a assustadora conclusão de que eu sou o elemento decisivo. É a minha maneira de me aproximar das pessoas que cria a atmosfera. É o meu estado de espírito de cada dia que define o clima. Detenho um tremendo poder de transformar a vida em alegria ou sofrimento. Posso ser instrumento de tortura ou inspiração, posso humilhar ou divertir, ferir ou curar. Em todas as situações, é a minha resposta que define se uma crise vai sere agravada ou esvaziada.
Johann Wolfgang Goethe 

Essa frase tem muito a ver com o meu momento, como eu encarei o câncer e o tratamento.
Como eu não sou o tipo que fica lamentando, chorando as pitangas, tem gente que nem acredita que eu tenho uma doença  incurável. Uma doença que limita minha vida em muitas coisas, mas nem por isso eu deixo de  ir a luta.

Eu não sou a pessoa mais infeliz ou feliz do mundo, mas eu tento ser feliz com as limitações que a doença e o tratamento impuseram para mim.

Eu continuo escrevendo minha tese de doutorado. Isso me anima, me gratifica profissionalmente. Quero concluir isto mesmo que  em passos de tartaruga.
Eu e minhas irmãs

Gosto de encontrar as amigas, conversar sobre a vida, rir e trocar ideias. Mas não gosto de encontrar gente baixo astral, negativa e que não reconhece o lado bom da vida.

Descobri que eu sou a pessoa quem mais me ama e por isso eu cuido de mim mesma com muito amor e carinho.
Um exemplo disso é a forma como eu cuido  da minha alimentação.
Faço questão de aliar o prazer do bem comer com alimentos saudáveis que vão alimentar meu corpo e nutrir a minha alma. Isso é muito importante para o meu bem estar.

Eu tento cuidar do corpo também,  no momento não está dando para praticar atividade física, mas quando é possível, gosto de caminhar no bairro.
Tenho praticado Qigong quase todos os dias. Isso me ajuda muito e me dá mais energia.

Tem dias que gosto de me vestir bem,  quero me sentir bonita, então escolho aquela roupa afetiva que eu acho que fica bem.

Nem todo dia é assim, tem dias que estou um bagaço emocionalmente, tenho dores físicas, mas eu tento melhorar isso, seja com terapia, medicação ou qualquer coisa que me faz feliz.

Assim é a minha vida.
Eu posso me entregar a dor irreparável de ter descoberto o câncer de ovário aos 41 anos de idade e me afundar no mar de tristeza sem fim, mas eu também posso me entregar  à vida!
Agradeço por cada dia de sobrevivência desse mal nefasto e procuro encontrar alegria nas coisas simples e até as mais complicadas que a vida me oferece. Porque viver é bom demais!

Agradeço pela família que tenho. Pelo amor incondicional da família e do marido, que está todos os dias do meu lado. As amigas e amigos que sempre me surpreedem e me enchem de amor e carinho. Isso me faz tão feliz e amada.
Mas eu também tenho problemas e preocupações, e não são poucas.
Mesmo assim eu tenho esse poder de decidir como será o meu dia, se alegre ou triste, doce ou azedo, amargo ou picante. Se eu vou contagiar alguém com minha alegria de viver ou não.

Acredito que o importante é se entregar ao prazer de viver um dia de cada vez.

31 de jan de 2015

Macarrão super prático

Vi esta receita receita no facebook e resolvi testar.
Fiz algumas adaptações e deu certo.

Comprei 1/2 pacote macarrão ¨ninho¨ como dizia a receita original. Esse pacote continha 6 ninhos.
Coloquei molho de tomate no pirex retangular, tamanho perfeito para os 6 ninhos.
E dentro dos ninhos pedacinhos de parmesão.

Como eu tinha carne moída pronta, resolvi aproveitar e colocar nos ninhos.
Acrescentei uma colher de creme de queijo temperado, a receita original era com requeijão, mas eu não tinha.
Depois mais queijo parmesão e emmental ralado.
Acrescentei 750 ml de caldo de legumes e cobri com papel alumínio.

Coloquei no forno a 180 graus por 40 minutos e voilà, estava pronto o macarrão super prático de forno!


22 de jan de 2015

A cadeira vazia

Ano passado quando fui fazer minha última sessão de quimioterapia, senti um vazio lá. Havia mais lugares disponíveis, geralmente a clínica está lotada.
Fiquei pensando com meus botões, onde estavam as pessoas, será que teriam tido alta? Será que não puderam comparecer naquele dia por alguma razão? Ou já teriam partido deste mundo?
Sabe lá....

10 de jan de 2015

Educação Nutricional no Hospital

Tirando do baú, encontrei essas fotos do tempo em que trabalhei no Hospital da Criança e do Adolescente em Macapá.
Acho que foi em 1998, nesta época o hospital era pequeno, talvez tivesse em torno de 70 leitos, não lembro ao certo.

O Hospital fornecia 6 refeições por dia, e como era terceirizado, uma nutricionista fazia a supervisão do preparo das refeições. Nós éramos duas nutricionistas e fazíamos o acompanhamento nutricional de pacientes internados nos hospital.

Nesta época, havia uma equipe multi e interdisciplinar muito boa. Com apoio da psicologia, terapia ocupacional, enfermagem, fisioterapia e as medicas(os), conseguíamos fazer algumas atividades de educação nutricional.

Uma das atividades foi conversar sobre alimentação saudável usando grupos de alimentos, alimentos de verdade.


A conversa era interativa, crianças, adolescentes e acompanhantes participavam do delicioso bate papo.


Eu gostava muito desse trabalho, lembro de ter feito conversas sobre amamentação, a alimentação servida no hospital, como deveria ser refeitório para acompanhantes, entre outras.

Foi uma atividade muito enriquecedora também, aprendia com pacientes e acompanhantes a falar a língua delas e assim repassar meus conhecimentos de uma forma simples e lúdica e assim contribuir para escolhas alimentares saudáveis.

8 de jan de 2015

Vibrações Positivas para 2015

Eu li em uma revista ano passado e resolvi transformar as dicas para viver melhor em vibrações positivas para 2015, mas na verdade serve para a vida toda.

1- Pare de se comparar com os outros. É melhor pensar e procurar caminhos que possam melhorar a vida invés de ficar se comparando com outras pessoas.

2- Ajudar o próximo/próxima. Pode ser um animal também.

3- Faça um curso de arte, língua estrangeira, artesanato ou de culinária. Ocupe a sua mente com algo que te faz bem.

4- Cante, dance, isso faz bem para o corpo e alma.

5- Foque no momento presente. O que passou, passou e não volta. O futuro não existe.

6- Planeje alguma coisa e tente realizar. Pode ser uma viagem, um curso, uma refeição especial com alguém especial.

7- Pare de reclamar. Especialmente para outras pessoas, afinal a responsabilidade pela sua maneira de viver e suas escolhas é sua e não das outras pessoas. 

Alguma outra dica?

10 de dez de 2014

Mimos natalinos

Que bom que mesmo em tempo de internet e comunicação rápida, ainda existem pessoas que mandam cartão de natal via correio. Esta semana recebemos dois, um da Suécia e outro de Portugal.

Esse da Suécia veio com anjos e bombons de chocolates.

E o de Portugal veio no capricho com desenhos feito por uma linda portuguesinha que eu amo como uma sobrinha.

E da farmácia onde sempre compramos remédios, ganhei esse porta vela de papel. Que por sinal acendi uma vela e fiquei espiando para ver se o papel ia pegar fogo.

2 de dez de 2014

Dezembro, então é natal

Chegou dezembro, chegou natal.
As ruas já estão mais iluminadas, com luzes e desenhos natalinos.

O mercado de natal, aqui em Heidelberg, é o passeio inevitável, seja para tomar um vinho quente, comer, comprar um artesanato ou apenas passear.

Aqui em casa, a decoração é tímida. Acho lindo e admiro quem gosta de arrumar a casa para o natal, mas eu morro de preguiça.

Hoje decidi tirar os panos e porta-vela do armário. 
Tudo é pequenino, a árvore, o presépio, as velas... Gosto assim.
Agora está faltando as velas do advento. Cismei que quero ter na minha decoração essas velas. 
Assim que melhorar da gripe, vou comprar. Espero que ainda tenha para vender, pois o primeiro domingo do advento já passou.
 

16 de nov de 2014

Dia nacional da pessoa ostomizada

Eu precisava escrever mais sobre ostomias, mas ando sem tempo.
Mas já escrevi alguns post, querendo ler é só clicar em cima:
A colostomia e as roupas
Colostomia, um novo caminho
Eu tenho uma colostomia

31 de out de 2014

Cecília Meireles na Quimiolândia hoje!

Motivo - Cecília Meireles

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.

23 de out de 2014

A tigresa do Caetano na Quimiolândia


Hoje na Quimiolândia, 11º ciclo de quimioterapia semanal!

Tigresa - Caetano Veloso

Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel
Uma mulher, uma beleza que me aconteceu
Esfregando a pele de ouro marrom do seu corpo contra o meu
Me falou que o mal é bom e o bem cruel
Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu
Ela me conta, sem certeza, tudo o que viveu
Que gostava de política em 1966
E hoje dança no Frenetic Dancing Days
Ela me conta que era atriz e trabalhou no Hair
Com alguns homens foi feliz, com outros foi mulher
Que tem muito ódio no coração, que tem dado muito amor
E espalhado muito prazer e muita dor
Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar
Porque ela vai ser o que quis, inventando um lugar
Onde a gente e a natureza feliz vivam sempre em comunhão
E a tigresa possa mais do que o leão
As garras da felina me marcaram o coração
Mas as besteiras de menina que ela disse, não
E eu corri pra o violão num lamento, e a manhã nasceu azul
Como é bom poder tocar um instrumento

21 de out de 2014

Bangladesh, eu fui!

Uma pessoa me escreveu e me pediu informações turísticas sobre Bangladesh.
Estive em Dakar, Bangladesh, em fevereiro de 2013.

Como sempre, antes de viajar, procurei informações sobre Dakar. Mas eu tive dificuldades em encontrar informações turísticas sobre a capital de Bangladesh.

Havia algumas fotos das ruas, dos riquixás, das comidas e muito pouco dos lugares para visitar.
Ao chegar lá, não vi diferença entre o que vi na internet, sob o olhar dos outros, e o que eu vi com meus próprios olhos.

Dakar é uma cidade grande. Para uma brasileira que mora em Heidelberg há 7 anos, achei um pouco caótica.
Não conseguia entender o transporte público, e nem o privado, que era os táxis ou moto táxis. Os riquixás eu até que entendi um pouco, mas se eles de repente parassem e me deixasse em qualquer parte da cidade, eu ficaria apavorada.

No mesmo dia que chegamos, visitamos a feira do livro de Dakar. Foi legal. Flavio foi entrevistado como um turista na feira.

No dia seguinte, participamos de um manifestação pelo dia da língua mãe. Era um desfile escolar, e
também da sociedade civil. Achei bonito. O colorido das roupas e bandeiras davam vida e alegria aquelas pessoas que estavam ali.
Algumas eram magrinhas, outras portadoras de necessidades especiais, algumas famintas...
No período da tarde passeamos a beira do rio, que por sinal era poluído. Atravessamos de canoa de um lado para outro, e eu fiquei com medo da canoa virá...mas não virou.

Nos outros dias ficamos em reuniões e no evento sobre o direito humanos à alimentação em Bangladesh.

Uma coisa me chamou a atenção lá...a comida de rua.
Manga, goiaba, e cenoura eram consumidas verdes, salpicadas com um molho apimentado e enroladas em um cone feito de jornal ou papel de revista. Muita gente comia, e eu confesso, fiquei com vontade também. Mas higiene não muito confiável aliada a minha sensibilidade a pimenta me impediram de tal ato gastronômico.

Outra comida de rua que me apetecia era um pão feito na hora em uma enorme chapa. Esse eu comi, mas foi dentro de uma lanchonete.


Eu acho interessante conhecer outras culturas, visitar outros países, provar novos sabores. Se eu estivesse bem de saúde, eu iria novamente a Bangladesh.




Esse potinho é arroz doce. Um dos melhores que já comi.

Bangladesh, eu já fui e foi uma experiência interessante.