Passei um final de semana na cidade de Bonn, aqui na Alemanha.
Passeando na beira do rio, encontrei essa estante com livros.
A estante, é uma mini biblioteca, onde as pessoas podem pegar livros emprestados.
Pessoas que não querem mais seus livros, podem também deixa-los lá.
Não tem ninguém para controlar quem pega ou doa os livros.
A consciência de cada pessoa é quem controla.
Legal né?
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5 de abr. de 2011
5 de out. de 2010
Me divertindo
Por
Unknown
O mês de setembro foi bastante agitado por aqui.
Resumindo a parte divertida foi assim:
No Museu da Mercedes em Stuttgart: brinquei de play station e sentei em carro (imitação) de fórmula 1.
Visitei uma fábrica de champagne em Esslingen, brindei amig@s, e saí com quatro garrafas de champagne para tomar com o maridón.
Aprendi a fazer brezel (pretzel) no centro de tecnologia de alimentos na universidade de Hohenheim em Stuttgart.
Adorei tudo!!!
Resumindo a parte divertida foi assim:
No Museu da Mercedes em Stuttgart: brinquei de play station e sentei em carro (imitação) de fórmula 1.
Visitei uma fábrica de champagne em Esslingen, brindei amig@s, e saí com quatro garrafas de champagne para tomar com o maridón.
Aprendi a fazer brezel (pretzel) no centro de tecnologia de alimentos na universidade de Hohenheim em Stuttgart.
Adorei tudo!!!
30 de jul. de 2010
Postais da Alemanha e do mundo afora, quer receber algum?
Por
Unknown
Se não lembrar, entra neste link aqui.
Eu ainda tenho muitos postais, se você quiser receber um postal da Alemanha, me manda o teu endereço.
Eu tenho postais de outros lugares também, Portugal, Espanha, Vietnan, Itália, Brasil, Praga, Bélgica e Budapeste.
Diz aí, qual país você gostaria de receber um postal?
Neste link aqui, eu explico como mandar o endereço.
Ou me manda um email ou deixa seu email na caixa de comentários que eu entro em contato.
29 de jun. de 2010
Despedida de solteiro e solteira na Alemanha
Por
Unknown
Aqui é não tem essa coisa de chá de panela, ou de cozinha ou chá-bar para dizer adeus a solteirice. Mulheres e homens também se despedem do status de solteira(o) de forma diferente.
As mulheres andam em grupos, às vezes usam roupas especiais ou apenas camisetas personalizadas para a ocasião. A pessoa que vai casar é diferenciada por um acessório, que pode ser um par de chifres, véu, uma frase na camiseta. Elas vendem coisas, tipo mini bebidas, camisinhas, balas...coisinhas baratas. Dizem que o dinheiro arrecadado é para ajudar a noiva. Quando abrem a boca...sai um bafo de bebida alcóolica intenso, pelo menos todas as vezes que fui abordada elas estavam alcoolizadas. Mas pode ter exceções.
A despedida dos homens também é bem parecida com a despedida das mulheres. Andam em bando, vendem coisinhas, fazem piadinhas, se vestem iguais, com algum destaque diferente para o noivo. Nunca fui abordada pelos homens, mas pelo que já vi, eles estão bem alegrinhos, talvez alcoolizados também.
Na despedida das mulheres, elas abordam homens e mulheres, pois eu e o meu marido já fomos abordados por elas. Mas, eu sozinha ou acompanhada, nunca fui abordada pelo grupo de homens. Não sei se eles só abordam homens.
Juntando a temática da despedida da solteirice de homens e mulheres na Alemanha e minha viagem a Berlim em um só post, vejam o que eu encontrei.
Quando saímos da Ilha dos Museus em Berlim e estávamos passeando pela calçada vi dois grupos praticamente ao mesmo tempo. As mulheres estavam vestidas estilo anos 60. E pegaram uma taxi-bike.
Os homens estavam vestindo camisetas pintadas com frases sobre o noivo, e ele vestia uma saia por cima da calça.
É fácil advinhar quem é a noiva e o noivo, não é mesmo?
Enfim, cada cultura, uma sentença.
As mulheres andam em grupos, às vezes usam roupas especiais ou apenas camisetas personalizadas para a ocasião. A pessoa que vai casar é diferenciada por um acessório, que pode ser um par de chifres, véu, uma frase na camiseta. Elas vendem coisas, tipo mini bebidas, camisinhas, balas...coisinhas baratas. Dizem que o dinheiro arrecadado é para ajudar a noiva. Quando abrem a boca...sai um bafo de bebida alcóolica intenso, pelo menos todas as vezes que fui abordada elas estavam alcoolizadas. Mas pode ter exceções.
A despedida dos homens também é bem parecida com a despedida das mulheres. Andam em bando, vendem coisinhas, fazem piadinhas, se vestem iguais, com algum destaque diferente para o noivo. Nunca fui abordada pelos homens, mas pelo que já vi, eles estão bem alegrinhos, talvez alcoolizados também.
Na despedida das mulheres, elas abordam homens e mulheres, pois eu e o meu marido já fomos abordados por elas. Mas, eu sozinha ou acompanhada, nunca fui abordada pelo grupo de homens. Não sei se eles só abordam homens.
Juntando a temática da despedida da solteirice de homens e mulheres na Alemanha e minha viagem a Berlim em um só post, vejam o que eu encontrei.
Quando saímos da Ilha dos Museus em Berlim e estávamos passeando pela calçada vi dois grupos praticamente ao mesmo tempo. As mulheres estavam vestidas estilo anos 60. E pegaram uma taxi-bike.
Os homens estavam vestindo camisetas pintadas com frases sobre o noivo, e ele vestia uma saia por cima da calça.
É fácil advinhar quem é a noiva e o noivo, não é mesmo?
Enfim, cada cultura, uma sentença.
23 de jun. de 2010
Um pouquinho de Berlim
Por
Unknown
Ele também marca forte presença em lembracinhas, tipo ima de geladeira, isqueiro, copo, chaveiro, postal, etc.
Ele também faz muita propaganda, neste caso, a propaganda é de aluguel de bicicleta.
E este rapaz, que não é o Ampelmann está vendendo sanduiche de salsicha. Sanduba de salsicha é um prato bem típico da Alemanha, mas vendendo assim na rua eu só vi em Berlim até agora. O sanduba custa a bagatela de 1,50 euros.
Ele usava esse guarda-chuva para se proteger.
Será que daqui há alguns anos vão chamá-lo de Wurstmann?
E farão dele um bonequinho e será vendido como símbolo de Berlim, que nem o Ampelmann...
18 de jun. de 2010
Ah Berlim...ficou um gostinho de quero mais
Por
Unknown
Um dia, eu quero passar pelo menos 5 dias só desfrutando Berlim, sem nenhum compromisso.
Esta foi quarta vez que estive lá e sempre o tempo é curto para conhecer a cidade. Mas ao mesmo tempo, sempre que vou, faço alguma coisa diferente.
Em 2005, 2008 e 2010, fui para Berlim participar do mesmo evento que é sobre políticas de combate à fome. Todo ano tem um enfoque diferente.
Como políticas de combate à fome é um assunto que me interessa muito, então eu sempre participei do evento na íntegra e só aproveitei a cidade à noite ou quando prolonguei minha estadia por mais um ou dois dias.
Em 2005, foi minha primeira vez na Alemanha, eu ainda morava no Brasil. Mas deu para fazer o tradicional passeio pelos principais pontos turísticos de Berlim.
Esta foto foi no pedacinho do muro que dividia Berlim.
Em 2008, eu visitei outros lugares, como o memorial do holocausto.
Eu já estava morando aqui na Alemanha há um ano, e fiquei bastante emotiva com as atrocidades que ocorreram na segunda guerra mundial.
Talvez um dia eu mude de idéia, mas por ora, não faço menor questão de visitar um campo de concentração aqui.

Em 2009, fizemos aquele mochilão de inverno, e começamos por Berlim.O único evento que participei foi da virada de ano.
Aproveitei muito Berlim em 3 dias. Mas mesmo assim, ainda não deu para ver tudo.
Este ano (2010), estava incluído na programação do evento um passeio noturno de barco. É claro que eu não perdi a oportunidade, pois nunca tinha feito isso. E foi lindo demais.
O céu ainda estava claro, o calor agradável e a companhia de amig@s foi o melhor desta viagem.
Ainda vou preparar o álbum só com fotos do passeio. Me aguardem.
Esta foi quarta vez que estive lá e sempre o tempo é curto para conhecer a cidade. Mas ao mesmo tempo, sempre que vou, faço alguma coisa diferente.
Em 2005, 2008 e 2010, fui para Berlim participar do mesmo evento que é sobre políticas de combate à fome. Todo ano tem um enfoque diferente.
Como políticas de combate à fome é um assunto que me interessa muito, então eu sempre participei do evento na íntegra e só aproveitei a cidade à noite ou quando prolonguei minha estadia por mais um ou dois dias.
Esta foto foi no pedacinho do muro que dividia Berlim.
Eu já estava morando aqui na Alemanha há um ano, e fiquei bastante emotiva com as atrocidades que ocorreram na segunda guerra mundial.
Talvez um dia eu mude de idéia, mas por ora, não faço menor questão de visitar um campo de concentração aqui.
Em 2009, fizemos aquele mochilão de inverno, e começamos por Berlim.O único evento que participei foi da virada de ano.
Aproveitei muito Berlim em 3 dias. Mas mesmo assim, ainda não deu para ver tudo.
Este ano (2010), estava incluído na programação do evento um passeio noturno de barco. É claro que eu não perdi a oportunidade, pois nunca tinha feito isso. E foi lindo demais.
O céu ainda estava claro, o calor agradável e a companhia de amig@s foi o melhor desta viagem.
Ainda vou preparar o álbum só com fotos do passeio. Me aguardem.
16 de mai. de 2010
Comidas para nutrir o corpo, alma e diminuir o banzo.
Por
Unknown
Não sei se acontece com todo mundo, mas comigo acontece.
Virei um pouco nacionalista, quando saí do Brasil. Eu não era tanto assim.
Quando estive em Berlim ano passado comprei uma bandeirinha brasileira e faz parte da decoração da sala.
O motivo para esse nacionalismo tem mais haver com saudades, lembranças e identidade. Mas não quero falar disso agora.
Quero falar de comidas.
Quando vejo algum produto alimentício brasileiro ou que é comum no Brasil eu não resisto. O preço, geralmente não é muito convidativo, mas para matar a saudade e o banzo que me impregna quase que diariamente, eu compro.
Tem certas coisas que "(não) tem preço"
Foi assim com a xicória proveniente do Japão, mas é igual a da região norte. E eu adoro.
O requeijão árabe, a tapioca também do Japão, e o Flavio usou para fazer tapioquinha, o mamão formosa brasileiro.
OntemHoje eu encontrei suco de acerola, o preço era o olho da cara ("não tem preço"?ou !).
No mesmo lugar comprei uma cerveja com a tampinha da bandeira brasileira. Só para matar a saudade, porque "saudade mata a gente, saudade mata a gente".
E como eu não quero morrer ainda, quero nutrir a alma e o meu corpo, vou tomar suco de acerola. A cervejinha vai ficar pra depois.
E por falar em tampinha com a bandeira do Brasil...Uma fábrica de cerveja daqui da Alemanha já entrou no ritmo da copa. A tampinha da cerveja tem a bandeira dos países que vão jogar na copa. Achei a idéia legal.
Bom domingo!!!
Comentário da Vânia, irma da blogueira Zany no twitter:
webeatriz Ingá e açai são comidas que me nutrem o corpo e a alma! Confiram sobre o assunto no blog d @nutriane
Virei um pouco nacionalista, quando saí do Brasil. Eu não era tanto assim.
Quando estive em Berlim ano passado comprei uma bandeirinha brasileira e faz parte da decoração da sala.
O motivo para esse nacionalismo tem mais haver com saudades, lembranças e identidade. Mas não quero falar disso agora.
Quero falar de comidas.
Quando vejo algum produto alimentício brasileiro ou que é comum no Brasil eu não resisto. O preço, geralmente não é muito convidativo, mas para matar a saudade e o banzo que me impregna quase que diariamente, eu compro.
Tem certas coisas que "(não) tem preço"
Foi assim com a xicória proveniente do Japão, mas é igual a da região norte. E eu adoro.
O requeijão árabe, a tapioca também do Japão, e o Flavio usou para fazer tapioquinha, o mamão formosa brasileiro.
Ontem
No mesmo lugar comprei uma cerveja com a tampinha da bandeira brasileira. Só para matar a saudade, porque "saudade mata a gente, saudade mata a gente".
E como eu não quero morrer ainda, quero nutrir a alma e o meu corpo, vou tomar suco de acerola. A cervejinha vai ficar pra depois.
E por falar em tampinha com a bandeira do Brasil...Uma fábrica de cerveja daqui da Alemanha já entrou no ritmo da copa. A tampinha da cerveja tem a bandeira dos países que vão jogar na copa. Achei a idéia legal.
Bom domingo!!!
Comentário da Vânia, irma da blogueira Zany no twitter:
15 de abr. de 2010
Selos com cheiro de frutas na Alemanha
Por
Unknown
"Mesmo em tempos de correio eletrônico, ainda é possível atrair atenção com selos, especialmente se eles forem perfumados. O Correio da Alemanha acaba de lançar uma série especial de selos com imagens de frutas que, quando esfregados, liberam o odor de limão, morango, blueberry e maçã."
Li aqui
Se a idéia é atrair consumidores para enviar cartas e postais não eletrônicamente, resta saber se isso também vai ter impacto no aumento do consumo de frutas para a população.
Li aqui
1 de abr. de 2010
Pecados na quinta-feira santa
Por
Unknown
Cometi e não tive como evitar os pecados da gula e da inveja.Mas a danada também põe a foto de uma moqueca, estampada no inicio do post, e eu aqui nessa seca, com frio do caramba...
Cometi o pecado da gula, babei no teclado e me vinguei comendo chocolate.
Mas a danada não se conteve, e escreveu:
Uma das coisas que me dá imenso prazer é receber amigos em casa para um chá, um cafezinho, um almoço ou jantar, na sala, na área, no pátio ou no quintal sob a frondosa mangueira, sem frescuras, sem formalidades, como ontem. É assim, rapidinho a gente faz a festa. Liga pra um, liga pra outro e de repente se reúne os amigos para curtir os bons momentos da vida.Pronto, cometi o pecado da inveja!!!
Adoro coisas assim, amig@s, comidinha boa, improviso e informalidades.
Mas isso é raro nessas paragens. Tudo tem que ser agendado e com muita antecedência.
Conto no dedo quando já fui convidada e quando já convidei no improviso.
1- Encontramos uma carne moída de boa qualidade e chamamos uma amiga para comer hamburguer com a gente, bastou um telefonema e em 10 minutos ela chegou em casa. Também morava perto e veio de bicicleta.
2- Um casal, ela brasileira, ele, um alemão mais tupiniquim que já conheci, nos convidou para comer um gulasch 3 horas antes de servir a mesa. Não contamos parada. Aceitamos na hora.
3- Domingo passado, convidamos o mesmo casal para comer escondidinho (charque, queijo e purê de macaxeira) com menos de 24 horas de antecedência. E de quebra uma amiga, brasileira é claro, apareceu do nada para pegar umas revistas emprestadas e logo foi convidada para tomar lugar a boa mesa e ao bom papo.
Então para amenizar meu pecados, te convido para visitar o blog da danada, que tá uma delícia. :)
http://www.alcinea.com/
E se existe pecado sem maldade, então os pecados serão perdoados.
30 de mar. de 2010
Minha experiência em hospital alemão
Por
Unknown
Minha primeira experência em hospital alemão foi quando acompanhei uma amiga por dois dias em um hospital em Stuttgart em 2009.
Ela fez uma cirúrgia e eu fiquei com ela 2 dias. No primeiro dia, cheguei bem cedinho, mas ela ainda estava sob efeito da anestesia. Já quase na hora do almoço ela já estava mais recuperada, mas sonolenta. Saí por volta da 18 hs. As visitas podiam ficar das 8 às 18 hs. No segundo dia fiquei até às 15 horas quando ela recebeu alta.
Eu tinha muita curiosidade de saber o funcionamento do hospital, especialmente a parte de alimentação. Para quem não sabe, sou nutricionista e trabalhei 6 anos em um hospital infanto juvenil em Macapá.
Apesar de ter ficado pouco tempo, deu para perceber algumas coisas, que na minha opiniäo säo diferencas enormes no servico de alimentação do hospital alemäo e brasileiro.
Coisas que estranhei:
- A ou O nutricionista nunca visitou minha amiga para saber sobre a alimentacao dela. Talvez não tenha esta profissional no hospital. Ou a concepção do serviço de nutrição hospitalar pode ser outra.
- Minha amiga comeu comida enlatada (peixe) e um dia serviram uma lasanha bem gordurosa.
- Ela recebeu 3 refeições: café da manhä, almoço e jantar. Mas ela podia solicitar chá quando quisesse.
Até o período em que trabalhei em hospital (2001) era assim:
- Pacientes recebiam 6 refeicöes, café da manhä, lanche, almoco, lanche,jantar e ceia.Será que nós brasileir@s comemos mais?
- Nutricionistas visitavam pacientes no mínimo 1x ao dia, todos os dias da semana.
- Servir comida enlatada?!! Nem pensar!!!!
Como eu falei, isso era assim até 2001, eu não sei como está agora, mas eu achei o servico daqui muito diferente do servico brasileiro.
Você já ficou internad@ ou acompanhou alguém em hospital? Como foi a sua experiência em relação ao servico de nutrição e ditética do hospital? Conta aí vai....
Ela fez uma cirúrgia e eu fiquei com ela 2 dias. No primeiro dia, cheguei bem cedinho, mas ela ainda estava sob efeito da anestesia. Já quase na hora do almoço ela já estava mais recuperada, mas sonolenta. Saí por volta da 18 hs. As visitas podiam ficar das 8 às 18 hs. No segundo dia fiquei até às 15 horas quando ela recebeu alta.
Apesar de ter ficado pouco tempo, deu para perceber algumas coisas, que na minha opiniäo säo diferencas enormes no servico de alimentação do hospital alemäo e brasileiro.
Coisas que estranhei:
- A ou O nutricionista nunca visitou minha amiga para saber sobre a alimentacao dela. Talvez não tenha esta profissional no hospital. Ou a concepção do serviço de nutrição hospitalar pode ser outra.
- Minha amiga comeu comida enlatada (peixe) e um dia serviram uma lasanha bem gordurosa.
- Ela recebeu 3 refeições: café da manhä, almoço e jantar. Mas ela podia solicitar chá quando quisesse.
Até o período em que trabalhei em hospital (2001) era assim:
- Nutricionistas visitavam pacientes no mínimo 1x ao dia, todos os dias da semana.
- Servir comida enlatada?!! Nem pensar!!!!
Como eu falei, isso era assim até 2001, eu não sei como está agora, mas eu achei o servico daqui muito diferente do servico brasileiro.
Você já ficou internad@ ou acompanhou alguém em hospital? Como foi a sua experiência em relação ao servico de nutrição e ditética do hospital? Conta aí vai....
27 de mar. de 2010
Quer receber um postal da Alemanha?
Por
Unknown
É o seguinte: eu ganhei um calendário semanal com postais da Alemanha. Tem fotos muito bonitas, mas eu decidi compartilhar os postais que estou acumulando a cada semana quando tenho que retirar um postal do calendário.
Eu não vou fazer nenhum concurso e nem sorteio. É só me enviar um email dizendo "quero receber um postal da Alemanha" e escrever o endereço para onde eu tenho que enviar.
Para quem não tem meu email, é só enviar para este aqui:
nutriane@yahoo.com.br
Tá valendo para todo mundo que passar por aqui. Desde as pessoas que acompanham minhas pavulagens há muito tempo até aquelas que estão vindo pela primeira vez.
Aproveitem!!!
Bom final de semana!!
Eu não vou fazer nenhum concurso e nem sorteio. É só me enviar um email dizendo "quero receber um postal da Alemanha" e escrever o endereço para onde eu tenho que enviar.
Para quem não tem meu email, é só enviar para este aqui:
nutriane@yahoo.com.br
Tá valendo para todo mundo que passar por aqui. Desde as pessoas que acompanham minhas pavulagens há muito tempo até aquelas que estão vindo pela primeira vez.
Aproveitem!!!
Bom final de semana!!
13 de fev. de 2010
Berliner ou sonhos no carnaval - voilá!!!
Por
Unknown
Ontem eu encontrei por acaso uma conhecida (alemã) na rua. Quando ela me viu abriu um sorrisão e disse:
"Que bom que eu te encontrei, pois tenho uma pergunta. Eu vi uma reportagem sobre o carnaval no Brasil, mas eles não falaram sobre a comida nesses dias. Qual é a comida típica durante o carnaval?"
Confesso que a pergunta sobre comida me pegou de supetão, já tava esperando outro tipo de curiosidade sobre a folia Brasileira.
Demorei para responder...o pior não conseguia lembrar de nada...a não ser de caldo de mocotó para curar a ressaca e/ou dar mais energia para aguentar 4 ou 5 noites de folia.
Então ela me disse que fazia questão de mostrar uma comida típica do carnaval aqui na Alemanha. E nós fomos até uma padaria e ela pediu 2 berliners e me explicou algumas coisas que eu achei bem interessante por isso vou tentar compartilhar aqui.
Para começar, Berliner é uma massa frita recheada com geléia e polvilhada com açúcar confeiteiro. No Brasil nós chamamos de sonho, geralmente recheado com doce de leite ou creme de baunilha ou outro tipo de recheio. E é uma delícia, tanto no Brasil como aqui.Ela me disse que na Polônia. @s poloneses têm o hábito de comer o Berliner, na quinta-feira que antecede o carnaval. E que a tradição diz que o Berliner deve ser preparado em casa e compartilhado com toda a família. É um ritual. A família se reune na casa de alguém e todo mundo come os Berliners com chá ou café.
Na Alemanha, a tradição manda que as pessoas comam os Berliners na semana antes, durante e depois do carnaval. Pelo que entendi não existe um ritual como na Polônia. E não é obrigatório que a massa seja feita em casa, afinal Berliner é típico da Alemanha e tem em toda padaria.Apesar de ter comido o Berliner com ela, não entrei no clima carnavalesco.
Deve ser o frio. A temperatura nesses últimos dias continua abaixo de zero. Enquanto no Brasil...o clima tá pegando fogo!!!
15 de jan. de 2010
De Berlim para Dresden
Por
Unknown
Saímos de Berlim no inicio da noite do dia 01. A viagem de trem de Berlim para Dresden durou quase 3 horas e foi bem tranquila.
Dresden também estava coberta de neve. O hostel que ficamos era enorme e tinha bastante gente, de todas as idades. O banheiro, também era no corredor e coletivo. sem diferenças para homens e mulheres. Mas tudo era bem limpinho e o quarto quentinho.
De manhã cedo tomamos nosso café lá mesmo, me surprrendi, parecia que eu tava em um hotel no Brasil. Tinha bastante frutas, 2 sucos, ovos cozidos, queijos, pães, café, leite e um monte coisas deliciosas. Pena que não bati foto. :(
Ao sairmos para o nosso tradicional passeio turístico, tava nevando muito, cada floco de neve que caía no direção rosto, doía...era muita neve.
Começamos pela catedral, subimos a torre dela e tivemos uma visão branca (por conta da neve) da cidade. Depois contínuamos andando pela cidade, vendo os monumentos e prédios públicos, visitando igrejas...A igreja das mulheres ou de Maria, me impressionou muito, é enorme e bem diferente. Ela foi praticamente destruída na segunda guerra mundial e a partir de 1990, ela começou a ser re-construída novamente por apoiadores locais.
Dresden foi uma das cidades que sofreu muitos ataques na 2ª guerra, por isso ela não guarda muito a arquitetura da antiga Alemanha.
Eu tenho a impressão que a reconstrução de Dresden após a 2ª guerra foi feita pelas mulheres, havia muitos monumentos e estátuas de mulheres com uma ferramenta de construção espalhados pelas ruas
Nós passamos apenas um dia em Dresden e não deu para aprender muitas coisas.
Visitamos o Museu de Arte e lá passamos mais de 2 horas, estava lotado, talvez devido ao frio e por ser sábado.
Nosso almoço, que foi quase um jantar, foi em um pub irlandês, mas pedimos comida alemã.
Depois disso, estávamos bem cansados, pegamos nossas coisas no hostel e fomos para a estação de trem, nosso próximo destino era Praga, acho que o mais esperado.
As fotos de Dresdenestão no lado direito, se não aparecer é só clicar aqui.
Achamos o hostel aqui neste endereço.
Dresden também estava coberta de neve. O hostel que ficamos era enorme e tinha bastante gente, de todas as idades. O banheiro, também era no corredor e coletivo. sem diferenças para homens e mulheres. Mas tudo era bem limpinho e o quarto quentinho.
Ao sairmos para o nosso tradicional passeio turístico, tava nevando muito, cada floco de neve que caía no direção rosto, doía...era muita neve.
Começamos pela catedral, subimos a torre dela e tivemos uma visão branca (por conta da neve) da cidade. Depois contínuamos andando pela cidade, vendo os monumentos e prédios públicos, visitando igrejas...A igreja das mulheres ou de Maria, me impressionou muito, é enorme e bem diferente. Ela foi praticamente destruída na segunda guerra mundial e a partir de 1990, ela começou a ser re-construída novamente por apoiadores locais.
Eu tenho a impressão que a reconstrução de Dresden após a 2ª guerra foi feita pelas mulheres, havia muitos monumentos e estátuas de mulheres com uma ferramenta de construção espalhados pelas ruas
Nós passamos apenas um dia em Dresden e não deu para aprender muitas coisas.
Visitamos o Museu de Arte e lá passamos mais de 2 horas, estava lotado, talvez devido ao frio e por ser sábado.
Nosso almoço, que foi quase um jantar, foi em um pub irlandês, mas pedimos comida alemã.
Depois disso, estávamos bem cansados, pegamos nossas coisas no hostel e fomos para a estação de trem, nosso próximo destino era Praga, acho que o mais esperado.
As fotos de Dresden
Achamos o hostel aqui neste endereço.
14 de jan. de 2010
Heidelberg - Berlim
Por
Unknown
Meu mochilão, que na verdade foi uma malinha de rodinha, começou no dia 29 de dezembro, saindo de Heidelberg de trem em direção a Berlim, Jonas, meu enteado, Flavio e eu.
Nós já tínhamos idéia do nosso roteiro, mas só começamos a procurar hotel no dia 28 a noite, depois que fui liberada pela minha médica fazer a viagem, e isso é assunto para outro post.
Conseguimos o último quarto em um hostel (albergue). Foi díficil encontrar um lugar bom e barato para se hospedar. Berlim prometia ficar lotada.
No dia 29 fomos para a estação de trem às 10 hs, compramos todas as passagens e pegamos o trem das 12...tudo no improviso. Pense na correria que foi tudo isso...
Confeso que prefiro uma viagem mais tranquila, bem planejada, hospedagem um quarto legal, com banheiro, mas eu não tinha muitas opções, ou eu entrava nessa aventura junto com o enteado e meu marido ou eu ficava em casa sozinha.
Chegamos em Berlim no final da tarde, pegamos o metrô errado e fomos em direção oposta ao hostel, mas depois acertamos. Chegamos lá, no hostel, tudo estava bem tranquilo. O lugar era tipicamente juvenil, mas com tudo muito bem limpinho e organizado, e as pessoas que trabalham lá, eram super simpáticas.
O banheiro era coletivo, ous seja para o andar inteiro, devia ter uns 10 quartos por andar. Mas tinha banheiro para meninas e meninos separados.
Depois da nossa instalação no hostel, saímos para comer. Estava bem frio lá. Fomos em uma cervejaria super legal, grande com uma comidinha "boa" (é que eu já saturei desse tipo de comida aqui), mas meu enteado adorou. Ele comeu o típico joelho de porco.
No dia, 30, acordamos com Berlim coberta pela neve, tomamos um café delicioso no próprio hostel e saímos bem cedo para fazermos o tradicional passeio turístico. Postdamer Platz, Memorial do Holocausto, Charlie checkpoint, igrejas, torre de tv, entrar na KADEWE, etc. Fomos no Museu Judáico, depois eu fiquei em um shopping center, enquanto os rapazes foram no Museu do Holocausto.
A noite encontramos um casal de brasileiros que moram em Berlim e fomos tomar cerveja e comer pizza.
No dia 31, fizemos mais passeios turísticos, tentamos visitar a catedral e outros museus, mas não tinha mais ingresso. Só conseguimos ir no Museu da RDA e no Museu de História da Alemanha. Conhecemos a Topografia do Terror.
Comemoramos a virada do ano em frente ao Portão de Brandeburgo debaixo de um frio de doer, os rapazes tomaram cerveja e eu uma taça de sekt (proseco). Teve muitos fogos e foi legal.
Essa é a terceira vez que vou a Berlim, e eu gosto cada vez mais dessa cidade. Tem muita história para contar, é impressionante. Desde a 1ª guerra mundial, as atrocidades do Hitler, a Alemanha dividida pelo muro até a sua queda.
Os museus, monumentos, fragmentos e pedaços de papel que falam sobre tudo o que aconteceu nesse país, servem como um apelo para um mundo melhor, com paz, justiça social e direitos humanos.
Fiz um álbum com algumas fotos e estão aqui
Vamos fazer uma lista de filmes alemães que retratam a história da Alemanha?
Filmes que eu já vi e lembrei:
- Adeus Lenin, momentos antes depois da queda do muro
- O bom alemão, uma história pós 2ª guerra
- O leitor , história de amor pós 2ª guerra
- Inglorius Bastards -
- Um amor além do muro - história de amor e política na guerra fria
Nome do hostel que ficamos em Berlim:
HappyBed Hostel - Steglitz
Nós já tínhamos idéia do nosso roteiro, mas só começamos a procurar hotel no dia 28 a noite, depois que fui liberada pela minha médica fazer a viagem, e isso é assunto para outro post.
Conseguimos o último quarto em um hostel (albergue). Foi díficil encontrar um lugar bom e barato para se hospedar. Berlim prometia ficar lotada.
No dia 29 fomos para a estação de trem às 10 hs, compramos todas as passagens e pegamos o trem das 12...tudo no improviso. Pense na correria que foi tudo isso...
Confeso que prefiro uma viagem mais tranquila, bem planejada, hospedagem um quarto legal, com banheiro, mas eu não tinha muitas opções, ou eu entrava nessa aventura junto com o enteado e meu marido ou eu ficava em casa sozinha.
Chegamos em Berlim no final da tarde, pegamos o metrô errado e fomos em direção oposta ao hostel, mas depois acertamos. Chegamos lá, no hostel, tudo estava bem tranquilo. O lugar era tipicamente juvenil, mas com tudo muito bem limpinho e organizado, e as pessoas que trabalham lá, eram super simpáticas.
O banheiro era coletivo, ous seja para o andar inteiro, devia ter uns 10 quartos por andar. Mas tinha banheiro para meninas e meninos separados.
Depois da nossa instalação no hostel, saímos para comer. Estava bem frio lá. Fomos em uma cervejaria super legal, grande com uma comidinha "boa" (é que eu já saturei desse tipo de comida aqui), mas meu enteado adorou. Ele comeu o típico joelho de porco.
No dia, 30, acordamos com Berlim coberta pela neve, tomamos um café delicioso no próprio hostel e saímos bem cedo para fazermos o tradicional passeio turístico. Postdamer Platz, Memorial do Holocausto, Charlie checkpoint, igrejas, torre de tv, entrar na KADEWE, etc. Fomos no Museu Judáico, depois eu fiquei em um shopping center, enquanto os rapazes foram no Museu do Holocausto.
A noite encontramos um casal de brasileiros que moram em Berlim e fomos tomar cerveja e comer pizza.
Comemoramos a virada do ano em frente ao Portão de Brandeburgo debaixo de um frio de doer, os rapazes tomaram cerveja e eu uma taça de sekt (proseco). Teve muitos fogos e foi legal.
Essa é a terceira vez que vou a Berlim, e eu gosto cada vez mais dessa cidade. Tem muita história para contar, é impressionante. Desde a 1ª guerra mundial, as atrocidades do Hitler, a Alemanha dividida pelo muro até a sua queda.
Os museus, monumentos, fragmentos e pedaços de papel que falam sobre tudo o que aconteceu nesse país, servem como um apelo para um mundo melhor, com paz, justiça social e direitos humanos.
Fiz um álbum com algumas fotos e estão aqui
Vamos fazer uma lista de filmes alemães que retratam a história da Alemanha?
Filmes que eu já vi e lembrei:
- Adeus Lenin, momentos antes depois da queda do muro
- O bom alemão, uma história pós 2ª guerra
- O leitor , história de amor pós 2ª guerra
- Inglorius Bastards -
- Um amor além do muro - história de amor e política na guerra fria
Nome do hostel que ficamos em Berlim:
HappyBed Hostel - Steglitz
25 de jul. de 2009
Reportagem sobre a vida de imigrantes na Alemanha
Por
Unknown
Se você está pensando em vir morar na Alemanha, isso aqui talvez te interesse. Se isso não passa pela sua cabeça, mas se você conhece alguém que está pensando nisso, por favor repasse essa informação.
Prezados amigos (as) e sócios(as) da Imbradiva,
para uma reportagem sobre novos imigrantes na Alemanha, um jornalista nos pediu que recrutássemos pessoas interessadas em participar de um documentário na TV, que deve comecar a ser filmado daqui a uns meses.
O tema da serie de reportagens é "novos migrantes na Alemanha". O brasileiro ou a familia a ser entrevistada deve morar ainda no Brasil, nao ter estado na Alemanha por muito tempo, e, nos próximos meses, ter planos concretos de imigrar. O jornalista e sua equipe irao ao Brasil para acompanhar sua vida por lá antes da imigracao. Algum tempo mais tarde, após a chegada na Alemanha, a mesma equipe acompanhará o imigrante brasileiro para relatar suas dificuldades, as diferencas que o imigrante ve entre a Alemanha e o Brasil, enfim as condicoes de vida atuais que a Alemanha oferece a esse imigrante.
Voces conhecem algum brasileiro que se proporia a participar deste projeto e que estaria nessas condicoes?
Se sim, por favor, entre em contato com a Imbradiva.
Atenciosamente,
Adriana Leal
Imbradiva e. V.
--
Imbradiva e.V. Adalbertstr. 36 A 60486 Frankfurt am Main
E-Mail: mail@imbradiva.org Internet: www.imbradiva.org
Prezados amigos (as) e sócios(as) da Imbradiva,
para uma reportagem sobre novos imigrantes na Alemanha, um jornalista nos pediu que recrutássemos pessoas interessadas em participar de um documentário na TV, que deve comecar a ser filmado daqui a uns meses.
O tema da serie de reportagens é "novos migrantes na Alemanha". O brasileiro ou a familia a ser entrevistada deve morar ainda no Brasil, nao ter estado na Alemanha por muito tempo, e, nos próximos meses, ter planos concretos de imigrar. O jornalista e sua equipe irao ao Brasil para acompanhar sua vida por lá antes da imigracao. Algum tempo mais tarde, após a chegada na Alemanha, a mesma equipe acompanhará o imigrante brasileiro para relatar suas dificuldades, as diferencas que o imigrante ve entre a Alemanha e o Brasil, enfim as condicoes de vida atuais que a Alemanha oferece a esse imigrante.
Voces conhecem algum brasileiro que se proporia a participar deste projeto e que estaria nessas condicoes?
Se sim, por favor, entre em contato com a Imbradiva.
Atenciosamente,
Adriana Leal
Imbradiva e. V.
--
Imbradiva e.V. Adalbertstr. 36 A 60486 Frankfurt am Main
E-Mail: mail@imbradiva.org Internet: www.imbradiva.org
21 de mai. de 2009
Juro que tentei disfarçar, mas...
Por
Unknown
Uma paparazza me descobriu, e justo quando eu estava saindo de casa sem maquiagem e nem um pouco arrumada para jogar vidros no lixo e garrafas pet na máquina.
E não satisfeita em me fotografar ela publicou uma foto no jornal...
E depois me enviou outras fotos


Brincadeirinha... :)
A minha cunhada fez essas fotos, mas eu nem tinha percebido...
Aí quando ela passou para o computador eu achei interessante o olhar dela para a minha ação...
É que aqui na Alemanha existe um incentivo (bem saudável) contra o despedício de algumas coisas, como sacolas plásticas, vidros e etc.
Na foto de cima, a do jornal, eu estava jogando garrafas e vidros no container de vidros recicláveis.
São 3 containers que separa os vidros pelas cores. Branco, vidro branco, verde, vidro verde e marrom, para vidro marrom, é claro.
Já nas fotos coloridas, eu estava inserindo garrafas de cerveja na máquina para pegar a notinha com o valor total das garrafas inseridas. Que depois eu troco por mais cervejas, é como se eu ganhasse um desconto.
A máquina cinza é para garrafa pet. Que também dá uma notinha que depois eu troco por cerveja.
Assim eu economizo, e não desperdiço. Vocês não acham interessante isso?
Eu só vi algo parecido em Brasília para garra pet, mas não tinha notinha com valor financeiro.
E não satisfeita em me fotografar ela publicou uma foto no jornal...
E depois me enviou outras fotosBrincadeirinha... :)
A minha cunhada fez essas fotos, mas eu nem tinha percebido...
Aí quando ela passou para o computador eu achei interessante o olhar dela para a minha ação...
É que aqui na Alemanha existe um incentivo (bem saudável) contra o despedício de algumas coisas, como sacolas plásticas, vidros e etc.
Na foto de cima, a do jornal, eu estava jogando garrafas e vidros no container de vidros recicláveis.
São 3 containers que separa os vidros pelas cores. Branco, vidro branco, verde, vidro verde e marrom, para vidro marrom, é claro.
Já nas fotos coloridas, eu estava inserindo garrafas de cerveja na máquina para pegar a notinha com o valor total das garrafas inseridas. Que depois eu troco por mais cervejas, é como se eu ganhasse um desconto.
A máquina cinza é para garrafa pet. Que também dá uma notinha que depois eu troco por cerveja.
Assim eu economizo, e não desperdiço. Vocês não acham interessante isso?
Eu só vi algo parecido em Brasília para garra pet, mas não tinha notinha com valor financeiro.
3 de abr. de 2009
Bretzel - para Lislene
Por
Unknown
Bretzel é uma espécie de salgado ou pão.É típico aqui da Alemanha. É vendido em padarias, lanchonetes, bares, etc.
O bretzel tá para Alemanha, assim como o pão de queijo tá para Minas, o pastel para São Paulo, a coxinha, a empada, etc para nós brasileiras e brasileiros glutões.
Eu aprendi a gostar de bretzel. Logo que cheguei aqui, eu não gostava, achava muito salgado.
De uns tempos prá cá, comecei a apreciar esse pão. Às vezes compro ele com manteiga e às vezes sem nada.
Mas tem recheado com queijo, salame e salada.
Isto é, tem para todos os gostos!
22 de mar. de 2009
A longa noite nos museus
Por
Unknown
Ontem foi primeiro grande acontecimento por aqui desde que cheguei do Brasil em fevereiro.
A longa noite dos museus aconteceu em Heidelberg, Mannheim e Ludwigshafen. É um super programa cultural que acontece nessas três cidades.
A gente conpra um ticket que dá direito a viajar de trem para essas cidades e também visitar os Museus.
Os Museus ficam abertos a partir de 17:30 até 2 horas da manhã.
Apesar do frio, a gente achou que valeria a pena ir.
Pegamos o trem para Ludwgshafen às 18:35 hs, visitamos uma igreja, passeamos pelo centro da cidade e depois fomos ao Museu. Ficamos lá por quase 2 horas. Estava lotado.

Depois fomos para Mannheim e visitamos o museu o do castelo. Ficamos meia na fila para entrar, mas valeu muito.
A visita pelo museu foi guiada teatralmente, com atrizes e o ator vestidos a caráter. Eles explicavam sobre roupas e peças utilizadas há mais de 300 anos, além de fazerem algumas brincadeiras com a gente.
Ainda consegui fazer uma foto.
Voltamos para Heidelberg 11 hs e morrendo de fome, decidimos comer primeiro e depois irmos a outro museu. Mas não funcionou, comemos e depois fomos para casa dormir.

O domingão foi alegre na companhia de amig@s, mas um pouco triste, pois estávamos nos despedindo de uma grande amiga, que depois de 17 anos morando aqui, decidiu voltar para o Brasil.
Ela mora em Mannheim e veio se despedir de Heidelberg. Em cima da hora decidimos ir a um restaurante indiano. Todo mundo tomou um delicioso suco de manga com algum prato indiano.
Depois chegou a vez de tomarmos um cafézinho em um Café Italiano para esquentar a alma.
Na volta para casa, passaram pela gente uma espécie de procissão com pessoas com roupas antigas, banda de música e algumas crianças carregando um bastão enfeitado com um pretzel no alto.
Acho que era alguma festa tradicional para comemorar a primavera e a páscoa que está chegando.
A longa noite dos museus aconteceu em Heidelberg, Mannheim e Ludwigshafen. É um super programa cultural que acontece nessas três cidades.
A gente conpra um ticket que dá direito a viajar de trem para essas cidades e também visitar os Museus.
Os Museus ficam abertos a partir de 17:30 até 2 horas da manhã.
Apesar do frio, a gente achou que valeria a pena ir.
Pegamos o trem para Ludwgshafen às 18:35 hs, visitamos uma igreja, passeamos pelo centro da cidade e depois fomos ao Museu. Ficamos lá por quase 2 horas. Estava lotado.
Depois fomos para Mannheim e visitamos o museu o do castelo. Ficamos meia na fila para entrar, mas valeu muito.
A visita pelo museu foi guiada teatralmente, com atrizes e o ator vestidos a caráter. Eles explicavam sobre roupas e peças utilizadas há mais de 300 anos, além de fazerem algumas brincadeiras com a gente.
Ainda consegui fazer uma foto.
Voltamos para Heidelberg 11 hs e morrendo de fome, decidimos comer primeiro e depois irmos a outro museu. Mas não funcionou, comemos e depois fomos para casa dormir.
O domingão foi alegre na companhia de amig@s, mas um pouco triste, pois estávamos nos despedindo de uma grande amiga, que depois de 17 anos morando aqui, decidiu voltar para o Brasil.
Ela mora em Mannheim e veio se despedir de Heidelberg. Em cima da hora decidimos ir a um restaurante indiano. Todo mundo tomou um delicioso suco de manga com algum prato indiano.
Depois chegou a vez de tomarmos um cafézinho em um Café Italiano para esquentar a alma.
Na volta para casa, passaram pela gente uma espécie de procissão com pessoas com roupas antigas, banda de música e algumas crianças carregando um bastão enfeitado com um pretzel no alto.
Acho que era alguma festa tradicional para comemorar a primavera e a páscoa que está chegando.
6 de mar. de 2009
A vida mais independente por aqui
Por
Unknown
Hoje quando estava caminhando em direção a parada do bondinho, passei por um posto de gasolina e vi um rapaz colocando gasolina no carro e lavando o pára-brisa.
Fiquei pensando com meus botões, como a vida aqui é mais independente de alguns serviços, como por exemplo o bombeiro do posto de gasolina.
Aqui a própria pessoa é quem coloca gasolina. No Brasil, tem bombeiros pra isso. Lá em Brasília eles sempre me perguntavam se eu queria que eles jogassem uma água com sabão no pára-brisa e checassem o óleo.
Eu já escutei uma pessoa me dizer que só anda de bicicleta para não ficar dependente de bonde.
E olha que o bonde anda 98% no horário, isto é não atrasa.
Eu conheço outra pessoa, uma mulher, que passa a máquina no cabelo, uma vez por ano, para não ser dependente de cabelereir@s.
Jovens aqui, deixam a casa dos pais cedo, com 16 ou 18 anos. El@s querem ser independentes dos pais, por isso vão morar em república, na maioria das vezes.
Nomes femininos que eu ainda acho diferente ou estranho:
Petra
Ricarda
Friederike
Juta
Tudo isso são apenas algumas observações minhas, não é regra geral.
Bom findi!!!
Fiquei pensando com meus botões, como a vida aqui é mais independente de alguns serviços, como por exemplo o bombeiro do posto de gasolina.
Aqui a própria pessoa é quem coloca gasolina. No Brasil, tem bombeiros pra isso. Lá em Brasília eles sempre me perguntavam se eu queria que eles jogassem uma água com sabão no pára-brisa e checassem o óleo.
Eu já escutei uma pessoa me dizer que só anda de bicicleta para não ficar dependente de bonde.
E olha que o bonde anda 98% no horário, isto é não atrasa.
Eu conheço outra pessoa, uma mulher, que passa a máquina no cabelo, uma vez por ano, para não ser dependente de cabelereir@s.
Jovens aqui, deixam a casa dos pais cedo, com 16 ou 18 anos. El@s querem ser independentes dos pais, por isso vão morar em república, na maioria das vezes.
Nomes femininos que eu ainda acho diferente ou estranho:
Petra
Ricarda
Friederike
Juta
Bom findi!!!
13 de nov. de 2008
Brasil e Alemanha
Por
Unknown
Segundo a estatística do blog, a 12.8 % das minhas visitas vem da Alemanha, esse percentual ocupa o 2° lugar no ranking de países que visitam o blog. O Brasil fica em primeiro, com 73%.Por este motivo, eu vou escrever um pouco mais sobre o evento sobre o Brasil que vai acontecer em Nordwalde, aqui na Alemanha.
Isso pode estimular a participacao das pessoas que moram aqui.
"andar com fé eu vou, que a fé nao costuma falhar"
Este evento é organizado pela Mesa Redonda Brasil, que é uma articulação das principais ONGs e grupos de solidariedade com o Brasil na Alemanha. Participam entre outros, Misereor, EED, PPM, FIAN...
Uma de suas principais atividades consiste na organização todo ano de um seminário.
Uma de suas principais atividades consiste na organização todo ano de um seminário.
O Seminário da Mesa Redonda Brasil vai acontecer no período de 12 à 14 dezembro 2008, em Nordwalde (no noroeste de Alemanha, perto de Münster)
O tema da conferência será o balanço social de 6 anos do governo Lula. A programação tem várias plenárias e 6 foros temáticos com a temática:
educação
saúde
gênero
sustentabilidade ecológica, Transposição do Rio Sao Francisco
racismo
Fome zero
Espera-se que @s palestrantes façam um balanço dos 6 anos do geverno Lula, considerando os aspectos seguintes
- o discurso oficial do governo
- as políticas públicas na prática
- o papel da sociedade civil
- o balanço em termos gerais, indicando eventos, datas e dados significativas
Então, mesmo para você que não está na Alemanha, você acha esse assunto interessante? O que você pensa sobre eventos como este para quem está longe da pátria?
Querendo a programação completa é só ir no desenho aí em cima no lado direito.
O tema da conferência será o balanço social de 6 anos do governo Lula. A programação tem várias plenárias e 6 foros temáticos com a temática:educação
saúde
gênero
sustentabilidade ecológica, Transposição do Rio Sao Francisco
racismo
Fome zero
Espera-se que @s palestrantes façam um balanço dos 6 anos do geverno Lula, considerando os aspectos seguintes
- o discurso oficial do governo
- as políticas públicas na prática
- o papel da sociedade civil
- o balanço em termos gerais, indicando eventos, datas e dados significativas
Então, mesmo para você que não está na Alemanha, você acha esse assunto interessante? O que você pensa sobre eventos como este para quem está longe da pátria?Querendo a programação completa é só ir no desenho aí em cima no lado direito.




